Fotografar o Baquetá é sempre um reencontro — de afeto, pesquisa e escuta. A gente se conhece há muitos anos, e esse alinhamento foi feito com muito carinho, atravessando saberes afro-indígenas e memórias das brincadeiras analógicas e dos anos 90.
O resultado? Um trabalho cheio de corpo, ritmo e ancestralidade — do jeitinho que o Baquetá é. 💛














